Hoje uma balzaquiana semi-convicta me pego diversas vezes com muita saudade dos meus 20 anos. Como era bom ter poucas preocupações,tudo era bem mais leve.
É muito hipocrisia uma mulher dizer que sente melhor agora do que quando era mais nova.Principalmente quando somos mulheres, o tempo para nós fêmeas é um péssimo inimigo.
Quanto temos 20 anos o amanhã é bem distante. Os momento bons duram uma eternidade e os ruins são rapidamente esquecidos e não deixam tantas marcas como hoje.Temos muitos mais amigos, mais paixões. Arriscar, nos atirar é mais fácil e cômodo.
O ideal e a esperança são latente e a vida se apresenta com muitas diversidades e opções para trilhar, mais prazeres nos são permitidos.Com 20 anos não corremos atrás dos sonhos, mas voamos.
terça-feira, 19 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
O sexo frágil e o Mundo Moderno

Em dos meus papos cabeça com minha mama, betinha, comentamos como os homens ainda dominam o mundo, os espaços. Apesar de toda luta feminista pela nossa emancipação, ainda continuamos não podendo andar em qualquer lugar sozinhas à noite, nem ao menos tomar um chopp sozinha tranquilamente em um bar , sem sermos abordadas ou confundidas com prostitutas.
Continuamos sim ganhando menos que os homens, ocupando menos cargos de chefia nas empresas, continuamos sendo aquelas mulheres de décadas atrás , só que tendo que trabalhar fora e com zilhões de outras cobranças da sociedade, da família, dos filhos e etc.
Agora temos que ser além de boas mães, esposas e profissionais. Temos que ser também magrinhas/saradas/turbinadas, sensuais/vaidosas, inteligentes/cultas. Além de viajadas,antenadas, ecologicamente e "ginecologicamente" corretas entre outros atributos dignos de uma heróina de história em quadrinhos e filme de ação.
Agora sempre me pergunto que vitória esta que o feminismo prega? Se o fárduo ficou muito mais pesado para nós "mulherzinhas".
Quero queimar meu sutiã de bojo!
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Brincar de eternidade sem culpa nenhuma
Benditas
Zélia Duncan
Composição: MartÂ’nália - Zélia Duncan
Benditas coisas que eu não sei
Os lugares onde não fui
Os gostos que não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que eu nunca encontrei
Benditas coisas que não sejam benditas
A vida é curta
Mas enquanto dura
Posso durante um minuto ou mais
Te beijar pra sempre o amor não mente, não
mente jamais
E desconhece do relógio o velho futuro
O tempo escorre num piscar de olhos
E dura muito além dos nossos sonhos mais puros
Bom é não saber o quanto a vida dura
Ou se estarei aqui na primavera futura
Posso brincar de eternidade agora
Sem culpa nenhuma
Zélia Duncan
Composição: MartÂ’nália - Zélia Duncan
Benditas coisas que eu não sei
Os lugares onde não fui
Os gostos que não provei
Meus verdes ainda não maduros
Os espaços que ainda procuro
Os amores que eu nunca encontrei
Benditas coisas que não sejam benditas
A vida é curta
Mas enquanto dura
Posso durante um minuto ou mais
Te beijar pra sempre o amor não mente, não
mente jamais
E desconhece do relógio o velho futuro
O tempo escorre num piscar de olhos
E dura muito além dos nossos sonhos mais puros
Bom é não saber o quanto a vida dura
Ou se estarei aqui na primavera futura
Posso brincar de eternidade agora
Sem culpa nenhuma
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