segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Desça do Salto!




Este post não é uma ode ao barraco. Pelo contrário. É uma crítica às mulheres que insistem em aliar o uso do salto à elegância. Como boa observadora das ruas, vejo aos montes, dezenas de mulheres se equilibrando em saltos altíssimos, andando “feio” nas calçadas. Às vezes em cima de sapatos com salto tortos (sim, sapatos baratos e de péssima qualidade), as mulheres “patas chocas” acreditam estar “abafando” pelas ruas esburacadas de Belo Horizonte.
Concordo que um bom sapato de salto (eu disse bom, de qualidade, não aquele da banca em liquidação por apenas R$ 29,90), que dê firmeza aos pés, deixa nós mulheres mais charmosas e “sexys”.
Porém, dito agora uma outra premissa: para andar de salto, minha gente, tem que ter talento! E isso eu não tenho decididamente. Como às vezes minha função profissional e o setor que trabalho exige isso, ou então em alguma outra ocasião mais especial, engano com um saltinho Anabela. Ou então se for alto, que tenha pelo menos o salto mais grosso....
Luís XV jamé! (Apenas uma ressalva: a sandália de salto fino e altíssima é exigida apenas em baile de formatura e casamento, para ficar sentada o tempo todo. Na hora de dançar, espere as havaianas que são distribuídas no final, ou então, leve a sua mesmo para você se jogar na pista,” linda, loira e japonesa”.)
Geralmente mulheres longilíneas (magras e altas) por motivos óbvios, ficam melhores e se dão melhor com eles. Basta ver os desfiles de moda, reparem na destreza e a imponência das tops, que domam seus sapatos que as deixam com quase 3 metros.
Se pudesse escolher sempre (todos os dias) trabalharia de rasteira, chinelinho e Allstar. Vou citar uma frase célebre de um amigo que ilustra bem o meu gosto por sapatos: “Helena, você ainda não tem idade para usar sapatos confortáveis”. Mas é tão bom sentir o pé quase no chão.
Meninas lembrem-se: descer do salto, literalmente falando, é sinônimo de elegância. Vamos usar os saltinhos com parcimônia.

sábado, 15 de agosto de 2009

Poema Surrealista

E eu que achei q nunca poderia escrever um poema ta aí:


Dúvida, superficilidade da vida em silêncio

Edward Félix, Shelmer Gvar e Helena Pawlow

Simples não posso fazer
Sentir pessoas pensar sentimentos
amar no nada aproximando do desconhecido
e assim caminhando sem ter onde
conversa furada papo fiado
entre chopp e cigarro
poema e caneta sem tinta
penso que posso ir adiante
cada par uno
cada uno todo
sem nada
cada nada sem uno
unidade é nada
ainda ei de ser nada
e quando for nada
serei tudo

domingo, 2 de agosto de 2009

Férias:Game Over

Andei sumida.20 dias de FÉRIASSSSSS, que infelizmente acabam hoje.Acho que mais 50 dias não seria nada mal.rs (Ainda chego lá, minha gente!)
Primeiramente fui para São Paulo visitar amigos queridos que me acolheram e me apresentaram a verdadeira capital do país. (Vou deixar as minhas impressões sobre sampa para outro post).Uma semaninha bacanuda sem lenço e sem documento, à moda Caetano mesmo. Pude experimentar todas as nuances da vida paulistana.
Emendei Sampa com a Rio. Nesta etapa de minhas lindas e preciosas férias (tá parecendo redação de colégio kkkk)fui para Cabo Frio com a família.
Como bons mineiros sempre vamos para a região dos Lagos ver aquele marzão de meu deus,lindo e gratuito para deleite da nossa alma e do nosso coração.Delícia!
Exercitei o "Carpe Diem" no turbo....

Menos rotina e mais vida!