"Eu acredito no prazer da carne e na solidão irremediável da alma."
(Hjalmar Soderberg)
Quem dera se o nosso corpo respondesse aos que a alma nos pede. Ai! Como nossa alma pede que sejamos mais moderados na comida, nos doces, na "cervejinha", na preguiça....
Vivemos nesta infinita dualidade entre o que nos convêm e o que nos dá prazer. O ser humano se boicota o tempo todo. "Ai trabalhei tanto. Mereço essa cervejada".
Ai! Hoje é domingo né, qual o problema de entrar de cabeça nesta feijoada? (aí vai abaixo aquele regime de pão e água da semana inteira)E tantos outros exemplos....
Porque a gente se boicota tanto? Sou contra a rigidez. Mas a busca imediata por estes "prazeres instatâneos" nos impede de atingir metas e realizar sonhos. Quem nunca deixou de estudar para ir a um churrasco ou fazer um monte de outras coisas muito mais gostosas?
Eu sou uma que não passei na segunda etapa do vestibular da UFMG para odontologia, simplismente e logicamente, porque era muito melhor namorar.
Mas por um lado, foi até bom. Nunca me vi tratando dentes alheios.....
domingo, 26 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Um romance a qualquer preço
No afã de amar e querer ser amado, cometemos muitos desatinos.Qualquer um passa a ser alma gêmea, cara metade. O primeiro que te lança um sorriso branco. Que te chama de linda e te acaricia os cabelos. Migalhas de atenção, já bastam. O que interessa é ter um romance, custe o que custar. Na maioria das vezes o custo é bem alto.Custa lágrimas,custa seu tempo precioso com alguém que não merece.A ilusão de um envolvimento amoroso, geralmente acaba sempre mal.Dor de cotovelo na certa para o lado desiludido, é claro.
Encontrei na multidão, uma destas "paixonites" forçadas de muito tempo.A satisfação da maturidade de ter esta consciência hoje, paga todo esse desgaste passado.
Me perdoe os clichês, mas a leveza e espontaneidade de um verdadeiro amor não tem preço.
Encontrei na multidão, uma destas "paixonites" forçadas de muito tempo.A satisfação da maturidade de ter esta consciência hoje, paga todo esse desgaste passado.
Me perdoe os clichês, mas a leveza e espontaneidade de um verdadeiro amor não tem preço.
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Adélia Prado
"Minha tristeza não tem pedigree,
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô."
já a minha vontade de alegria,
sua raiz vai ao meu mil avô."
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