sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Crise!?

Esse post foi escrito quando houve o alarde da crise no mundo....

O mundo inteiro fala em crise. Pronto! Estourou a crise econômica nos EUA e o estampido foi ouvido nos quatro cantos do mundo. Sobe e desce bolsa. O preço do dólar despenca e tem pequena elevação, parece que estamos em uma montanha russa.

Para a mim esta crise existe, desde que o mundo é mundo. Independentemente de quebra de banco americano. A crise assola o bolso do trabalhador assalariado há um bom tempo. Muito antes de se ouvir falar em investimento, em compra de ação, Wall Street, Lehman Brother, títulos podres e outras coisitas mais.

A crise meu amigo, está dentro da casa da maioria dos brasileiros já tem muito tempo. O desemprego está do nosso lado, mesmo com todos os índices divulgados de aumento de carteiras assinadas, elevação de renda, desaceleração de inflação, preços e juros. Quem viu a euforia, o aquecimento na economia do ano passado? Você viu? Eu não. Nem meu bolso.

Por isso que para a maioria da população esta crise é indiferente. Quem tem poder de compra, continua comprando (apertando os cintos, é claro) e quem não tem...não tem e pronto.Continua pelejando, no arroz com feijão, no ônibus que não passa e vive cheio, nas contas sorteadas no final do mês e no saldo negativo que insiste em aparecer no extrato bancário.Isso se houver emprego e salário, porque senão, nem isso. As grandes empresas têm um bom tempo que estão demitindo para cortar gastos, o comércio anda falindo demais, as pessoas andam com baixíssimo poder de compra. “Crise. Que crise?!” Nosso presidente Lula se surpreendeu ao ouvir falar de crise.Aliás ele nunca vê crise em lugar nenhum. Ela tá aqui ó, amigo Lula há tempos.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Desça do Salto!




Este post não é uma ode ao barraco. Pelo contrário. É uma crítica às mulheres que insistem em aliar o uso do salto à elegância. Como boa observadora das ruas, vejo aos montes, dezenas de mulheres se equilibrando em saltos altíssimos, andando “feio” nas calçadas. Às vezes em cima de sapatos com salto tortos (sim, sapatos baratos e de péssima qualidade), as mulheres “patas chocas” acreditam estar “abafando” pelas ruas esburacadas de Belo Horizonte.
Concordo que um bom sapato de salto (eu disse bom, de qualidade, não aquele da banca em liquidação por apenas R$ 29,90), que dê firmeza aos pés, deixa nós mulheres mais charmosas e “sexys”.
Porém, dito agora uma outra premissa: para andar de salto, minha gente, tem que ter talento! E isso eu não tenho decididamente. Como às vezes minha função profissional e o setor que trabalho exige isso, ou então em alguma outra ocasião mais especial, engano com um saltinho Anabela. Ou então se for alto, que tenha pelo menos o salto mais grosso....
Luís XV jamé! (Apenas uma ressalva: a sandália de salto fino e altíssima é exigida apenas em baile de formatura e casamento, para ficar sentada o tempo todo. Na hora de dançar, espere as havaianas que são distribuídas no final, ou então, leve a sua mesmo para você se jogar na pista,” linda, loira e japonesa”.)
Geralmente mulheres longilíneas (magras e altas) por motivos óbvios, ficam melhores e se dão melhor com eles. Basta ver os desfiles de moda, reparem na destreza e a imponência das tops, que domam seus sapatos que as deixam com quase 3 metros.
Se pudesse escolher sempre (todos os dias) trabalharia de rasteira, chinelinho e Allstar. Vou citar uma frase célebre de um amigo que ilustra bem o meu gosto por sapatos: “Helena, você ainda não tem idade para usar sapatos confortáveis”. Mas é tão bom sentir o pé quase no chão.
Meninas lembrem-se: descer do salto, literalmente falando, é sinônimo de elegância. Vamos usar os saltinhos com parcimônia.

sábado, 15 de agosto de 2009

Poema Surrealista

E eu que achei q nunca poderia escrever um poema ta aí:


Dúvida, superficilidade da vida em silêncio

Edward Félix, Shelmer Gvar e Helena Pawlow

Simples não posso fazer
Sentir pessoas pensar sentimentos
amar no nada aproximando do desconhecido
e assim caminhando sem ter onde
conversa furada papo fiado
entre chopp e cigarro
poema e caneta sem tinta
penso que posso ir adiante
cada par uno
cada uno todo
sem nada
cada nada sem uno
unidade é nada
ainda ei de ser nada
e quando for nada
serei tudo